The Flash ainda tem futuro? | Cinematecando

Posted On 13/09/2017 By In Críticas - Séries, Séries

The Flash ainda tem futuro?

Quando estreou, a série The Flash trouxe consigo uma alegria e toques de humor ainda não vistos no universo televisivo da DC, e claramente foi um sucesso. Em 2015, a segunda temporada estreou e seguiu a mesma fórmula de roteiro da primeira temporada. Funcionou, principalmente com um episódio final chocante que levava a crer que a próxima temporada traria o arco Ponto de Ignição para as telas – mas digamos que toda a expectativa dos fãs não foi correspondida nos episódios seguintes.

No último episódio da segunda temporada, Barry Allen (Grant Gustin) resolve voltar ao passado e salvar seus pais da morte, o que criou um enorme mistério sobre o que encontraríamos na próxima temporada, porque aprendemos com diversos filmes (e com a série mesmo) que, uma vez que mudamos o passado, o futuro inteiro é alterado. O primeiro episódio da 3ª temporada mostra Barry vivendo com seus pais em um futuro alternativo. Quando ele percebe que aquilo está errado, resolve voltar para a realidade que abandonou, mas chegando lá descobre que as coisas estão um pouco diferentes. Resumindo, o esperado arco Ponto de Ignição tem apenas dois episódios e mínimas mudanças na vida dos personagens da série e do universo DC (em parceria com o canal CW).

Após essa grande decepção do público, a temporada foi ganhando forma, apresentando novos personagens e o grande vilão que perturbará a equipe Flash até o último episódio, mas essa forma que a temporada ganhou é mais do que conhecida pelos fãs. Ela é a mesma seguida pelas duas temporadas anteriores: um Harrison Wells (Tom Cavanagh) que ajuda a todos, mas que na verdade é um potencial traidor e um vilão velocista ainda mais rápido que Barry.

Por vezes os episódios foram arrastados e a história não fluiu, o que prova que seguir o formato padrão do sucesso anterior não garantiu a qualidade da série na temporada, que continuou com os mesmos problemas técnicos – principalmente com relação aos efeitos especiais, e sem cativar com o roteiro.

Os pontos altos da temporada foram: a participação do ator Tom Felton (de Harry Potter) como o cientista forense Julian Albert (mas que infelizmente já avisou que não volta para a próxima temporada), e os crossovers entre as séries do universo DC, principalmente o episódio musical entre The Flash e Supergirl (leia nossa crítica desse episódio aqui).

Aparentemente, os produtores da série escutaram os clamores dos fãs que ficaram decepcionados e prometeram que na próxima temporada, que começa dia 10 de outubro nos EUA, o principal vilão não será um velocista, ou seja, vão explorar melhor a história do personagem (que, logo no primeiro episódio, ainda estará preso dentro da força da aceleração).

Talvez ainda exista um futuro de sucesso para a série, mas para isso será preciso investir em roteiros criativos, em personagens mais profundos e efeitos visuais mais cuidadosos, além de conseguir trazer de volta em poucos episódios os fãs que se decepcionaram com a 3ª temporada.

Quando estreou, a série The Flash trouxe consigo uma alegria e toques de humor ainda não vistos no universo televisivo da DC, e claramente foi um sucesso. Em 2015, a segunda temporada estreou e seguiu a mesma fórmula de roteiro da primeira temporada. Funcionou, principalmente com um episódio final chocante que levava a crer que a próxima temporada traria o arco Ponto de Ignição para as telas - mas digamos que toda a expectativa dos fãs não foi correspondida nos episódios seguintes. No último episódio da segunda temporada, Barry Allen (Grant Gustin) resolve voltar ao passado e salvar seus pais da morte, o que criou um enorme mistério sobre o que encontraríamos na próxima temporada, porque aprendemos com diversos filmes (e com a série mesmo) que, uma vez que mudamos o passado, o futuro inteiro é alterado. O primeiro episódio da 3ª temporada mostra Barry vivendo com seus pais em um futuro alternativo. Quando ele percebe que aquilo está errado, resolve voltar para a realidade que abandonou, mas chegando lá descobre que as coisas estão um pouco diferentes. Resumindo, o esperado arco Ponto de Ignição tem apenas dois episódios e mínimas mudanças na vida dos personagens da série e do universo DC (em parceria com o canal CW). Após essa grande decepção do público, a temporada foi ganhando forma, apresentando novos personagens e o grande vilão que perturbará a equipe Flash até o último episódio, mas essa forma que a temporada ganhou é mais do que conhecida pelos fãs. Ela é a mesma seguida pelas duas temporadas anteriores: um Harrison Wells (Tom Cavanagh) que ajuda a todos, mas que na verdade é um potencial traidor e um vilão velocista ainda mais rápido que Barry. Por vezes os episódios foram arrastados e a história não fluiu, o que prova que seguir o formato padrão do sucesso anterior não garantiu a qualidade da série na temporada, que continuou com os mesmos problemas técnicos - principalmente com relação aos efeitos especiais, e sem cativar com o roteiro. Os pontos altos da temporada foram: a participação do ator Tom Felton (de Harry Potter) como o cientista forense Julian Albert (mas que infelizmente já avisou que não volta para a próxima temporada), e os crossovers entre as séries do universo DC, principalmente o episódio musical entre The Flash e Supergirl (leia nossa crítica desse episódio aqui). Aparentemente, os produtores da série escutaram os clamores dos fãs que ficaram decepcionados e prometeram que na próxima temporada, que começa dia 10 de outubro nos EUA, o principal vilão não será um velocista, ou seja, vão explorar melhor a história do personagem (que, logo no primeiro episódio, ainda estará preso dentro da força da aceleração). Talvez ainda exista um futuro de sucesso para a série, mas para isso será preciso investir em roteiros criativos, em personagens mais profundos e efeitos visuais mais cuidadosos, além de conseguir trazer de volta em poucos episódios os fãs que se decepcionaram com a 3ª temporada.

The Flash - 3ª temporada

Direção
Roteiro
Elenco
Efeitos Visuais

Bom

51

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